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	<title>Jeferson Camillo - Blog</title>
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	<description>Seja Bem Vindo ao meu Blog Pessoal !</description>
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		<title>Estudante que ofendeu Nordestinos é Condenada &#8211; Dr. Jeferson Camillo</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 20:01:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>assessoria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estudante que ofendeu Nordestinos é Condenada
por  Dr. Jeferson Camillo
A estudante Mayara Petruso, que se notabilizou na internet em 2010 por <a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/?p=2372" class="searchmore">Read the Rest...</a><div class="clr"></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;">Estudante que ofendeu Nordestinos é Condenada</span></h2>
<p style="text-align: right;"><em>por</em>  Dr. <em><strong>Jeferson Camillo</strong></em></p>
<div id="attachment_2373" class="wp-caption alignleft" style="width: 361px"><a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_05.jpg"><img class=" wp-image-2373   " title="Jeferson Camillo_05" src="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_05.jpg" alt="Dr. Jeferson Camillo" width="351" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Dr. Jeferson Camillo</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A estudante <strong>Mayara Petruso</strong>, que se notabilizou na <span style="color: #0000ff;"><em>internet</em></span> em <span style="color: #0000ff;"><em>2010</em></span> por <em><span style="color: #0000ff;">comentários ofensivos</span></em> a <span style="color: #0000ff;"><em>nordestinos</em></span>, <em><span style="color: #0000ff;">foi condenada</span></em> pela <em><span style="color: #0000ff;">9ª Vara Federal Criminal</span></em> em <span style="color: #0000ff;"><em>São Paulo</em></span>. A sentença da juíza <em><strong>Mônica Aparecida Bonavina Camargo</strong></em> fixou <em><strong>1</strong></em> (um) <strong><em>ano</em></strong>, <em><strong>5</strong></em> (cinco) <strong><em>meses</em></strong> e <em><strong>15</strong></em> (quinze) <strong><em>dias</em></strong> de <em><strong>reclusão</strong></em> por <strong><em>incitação à violência</em></strong>, mas <span style="color: #0000ff;"><em><strong>a pena foi convertida para multa</strong></em></span> de <strong>R$ 500,00</strong> (Quinhentos Reais) e <strong><em><span style="color: #0000ff;">prestação de serviços comunitários,</span></em></strong> ainda a ser definida.<br />
</span><br />
<span style="color: #000000;">A frase que ecoou na <span style="color: #0000ff;"><em>rede social <strong>Twitter</strong></em></span> foi: <span style="color: #0000ff;"><em>“Nordestisto (sic) não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado”.</em></span>  Foi uma reação à vitória de <em><strong>Dilma Rousseff</strong></em> nas eleições presidenciais – para <strong><em>Mayara</em></strong>, o resultado deveu-se à votação no Nordeste. <span style="color: #0000ff;"><em>“Foi uma frase infeliz, não só para os Nordestinos, para quem se ofendeu e mal para mim, como pessoa. Nunca foi muito ligada em política, mas eu estava ligada no <strong>José Serra</strong>, eu queria que ele ganhasse. (…) Não era pedir para alguém morrer, mas expressar minha indignação”,</em></span> declarou em depoimento. A mensagem foi postada em 31 de outubro de 2010, quando <em><strong>Mayara</strong></em> cursava o primeiro ano de <strong><em>Direito</em></strong> – ela trancou o curso, além de, segundo a <em><strong>Justiça Federal</strong></em>, perder o emprego e mudar da cidade.<br />
</span><br />
<span style="color: #000000;">Para ela, foi <span style="color: #0000ff;"><em>“um ato involuntário”, “uma coisa de momento”</em></span>, como em um jogo de futebol, quando um jogador diz que vai <span style="color: #0000ff;"><em>“matar o Corinthians”</em></span>. A estudante, que trancou o curso de Direito, afirmou não ser preconceituosa e disse estar envergonhada e arrependida.<br />
</span><br />
<span style="color: #000000;">Para a juíza, não se pode falar em cerceamento da liberdade de expressão nesse caso, já que <em><strong>Mayara</strong></em> <span style="color: #0000ff;"><em>“nega a ideia central de suas frases”,</em></span> citadas na denúncia. Assim, ela poderia expressar sua visão sobre o que ocorreu nas eleições, mas, do ponto de vista jurídico, não poderia declarar que nordestinos não são pessoas e deveriam morrer. <span style="color: #0000ff;"><em>“Trata-se de situações totalmente diferentes”,</em></span> afirmou, defendendo campanhas de esclarecimento e sensibilização social para questões dessa natureza. <em><strong>Mônica Camargo</strong></em> também chamou a atenção para o poder da palavra, <em><span style="color: #0000ff;">“externando um pensamento ou sentimento e produz muito efeito, como se vê no caso em tela, em que milhares de mensagens ecoaram a frase da acusada”.</span></em><br />
</span><br />
<span style="color: #000000;">Ela também negou argumentação da defesa de que se tratava de uma posição política. <em><span style="color: #0000ff;">“As frases da acusada vão além do que seria politicamente incorreto, recordando-se que o ‘politicamente correto’ geralmente é mencionado no que toca ao humor, hipótese de que não se cuida nesta ação penal.”</span></em><br />
</span><br />
<span style="color: #000000;">Segundo <em><strong>Mônica Camargo</strong></em>, <em><span style="color: #0000ff;">o que se julgava não era a pessoa, mas a conduta</span></em> de <strong><em>Mayara</em></strong>, que <em><span style="color: #0000ff;">teve uma atitude preconceituosa</span></em>. <span style="color: #0000ff;"><em>“A Constituição proíbe tais condutas a fim de que o preconceito – fato social – seja um dia passado, deixe de existir.”</em></span> E acrescentou que o preconceito <em><span style="color: #0000ff;">“antecede a discriminação a ante-sala do ódio”.</span></em><br />
</span><br />
<span style="color: #000000;">A jovem poderá recorrer em liberdade.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Fonte:</strong></span> <span style="color: #0000ff;">Rede Brasil Atual, por Vitor Nuzzi, em 17/05/2012</span></p>
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		<title>Nova Vitória do ALE integral &#8211; Dr. Jeferson Camillo</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 18:18:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>assessoria</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nova Vitória do ALE integral]]></category>

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		<description><![CDATA[Nova Vitória do ALE Integral
por Dr. Jeferson Camillo
A MM Juíza de Direito Drª. Celina Kiyomi Toyoshima, da 4ª Vara da Fazenda Pública <a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/?p=2364" class="searchmore">Read the Rest...</a><div class="clr"></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;">Nova Vitória do ALE Integral</span></h2>
<p style="text-align: right;"><em>por</em> Dr. <strong><em>Jeferson Camillo</em></strong></p>
<div id="attachment_2368" class="wp-caption alignleft" style="width: 378px"><a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_102.jpg"><img class=" wp-image-2368  " title="Jeferson Camillo_102" src="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_102.jpg" alt="Drª. Veralucia Vieira e o Dr. Jeferson Camillo" width="368" height="158" /></a><p class="wp-caption-text">Drª. Veralucia Vieira e o Dr. Jeferson Camillo</p></div>
<p style="text-align: justify;">A MM Juíza de Direito Drª. <strong><em>Celina Kiyomi Toyoshima</em></strong>, da <strong><em>4ª Vara da Fazenda Pública Estadual</em></strong> da <strong><em>Capital Paulista</em></strong> julgou favorável a 20 (vinte) Policiais inativos o direito de recebimento do <strong>ALE integral.</strong> Veja a Sentença na integra</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Vistos&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong>FLORIVALDO GONÇALVES </strong>e <strong>OUTROS</strong></span> (Nome e patente de todos os beneficiários: 1º. TEN PM <strong>FLORIVALDO GONCALVES; </strong>1º. TEN PM <strong>DARCY MARIO PADULLA; </strong>1º. TEN PM <strong>AIRES CARDOSO CERDEIRINHA; </strong>1º. TEN PM <strong>CARLOS GILIO SOBRINHO; ARY BARROZO DE CARVALHO; </strong>1º. TEN PM <strong>PEDRO OLIVIO ANDRADE FILHO; </strong>2º. TEN PM <strong>JOSE ALVES ORTEGA; </strong>2º. TEN PM <strong>ALIPIO TAVARES NETO; </strong>2º. TEN PM <strong>JOEL ALVES DA SILVA; </strong>2º. TEN PM <strong>VALTER LUIZ CISI; </strong>2º. TEN PM <strong>FRANCISCO ASSIS DOS SANTOS; </strong>1º. Sgtº PM <strong>ANTONIO COSTA DIAS; </strong>3º. Sgtº PM <strong>EDMILSON LIMA DE ALCANTARA; </strong>3º. Sgtº PM <strong>OSWALDO CURCIO JUNIOR; </strong>3º. Sgtº PM <strong>CONCEICAO NUNES GONCALVES; </strong>3º. Sgtº PM <strong>JOSE CAETANO FILHO; </strong>Cb PM <strong>BERNARDINO GUILHERME DE ARAUJO; </strong>3º. Sgtº PM <strong>JOSE APARECIDO DE MACEDO; </strong>Cb PM <strong>JOAO PEDRO DE FREITAS; </strong>Sd PM <strong>JOAO CARVALHO FILHO) </strong><span style="color: #0000ff;">ajuizaram a presente ação, sob o rito ordinário, em face da <strong>FAZENDA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO</strong>, alegando, em síntese, que são servidores públicos inativos e entendem que fazem jus à percepção do adicional de local de exercício, tal como vem sendo concedido a todos os servidores em atividade, em observância ao disposto no artigo 40, parágrafo 8º da Constituição Federal. Postularam a declaração do direito de percepção do adicional de local de exercício, e a condenação da ré no pagamento das diferenças havidas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Houve emenda à petição inicial para alteração do valor da causa para R$ 33.000,00 (fls. 73 e 74).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">O pedido de antecipação de tutela foi indeferido (fl. 92).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Citada, a ré ofereceu contestação (fls. 101/107) e pugnou pela improcedência do pedido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Não houve réplica (fl. 110).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">É o relatório.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong>DECIDO</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Sendo de trato sucessivo, apenas as parcelas vencidas há mais de cinco anos da propositura da ação foram colhidas pela prescrição.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Apesar das razões exaradas pela ré, acolho do pedido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Por força da LC nº 1.114/2010, o adicional de local de exercício foi concedido aos policiais aposentados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Os adicionais de local de exercício e o operacional de localidade representam aumento disfarçado de vencimentos, de sorte que deviam ser extensivos aos inativos/pensionistas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">As aludidas gratificações têm sido concedidas, sem distinção de qualquer espécie ou gênero, a todos os servidores em efetivo exercício.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Representam um aumento efetivo dos vencimentos dos servidores ativos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Se assim o é, os benefícios de caráter geral, não identificados com os benefícios <strong><em>&#8220;pro labore faciendo&#8221;,</em></strong> deviam ter sido estendidos aos servidores inativos e pensionistas, em igual percentual e forma de pagamento assegurado aos servidores em atividade, em virtude do reconhecimento da equiparação de benefícios e vantagens com o pessoal da ativa, <em><strong>&#8220;ex vi&#8221;</strong></em> do disposto no seu artigo 40, parágrafo 4º e no artigo 126, parágrafo 4º, da Carta Paulista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">A EC nº 41/2003 deu nova redação ao parágrafo 8º da EC nº 20/98.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Porém, o artigo 7º da citada Emenda reproduziu o conteúdo do texto anterior, de sorte que foi assegurada a extensão aos inativos de quaisquer vantagens ou benefícios, inclusive, os decorrentes da transformação ou reclassificação de cargo ou função.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">A norma constitucional dispensou lei que estenda ao inativo, em cada caso, o benefício ou vantagem conferida ao servidor em atividade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Não se atribui, evidentemente, tal benefício aos inativos, como resultado de atividade legiferante do Poder Judiciário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Trata-se, unicamente, de conferir eficácia ao disposto na atual Carta Magna, que não deixa margens de dúvidas sobre o obrigatório repasse para os aposentados de todas as vantagens concedidas aos servidores em atividade, fazendo valer o princípio da isonomia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Dispunha o artigo 40 da CF, em sua redação original (sem grifos):</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #0000ff;">§ 4º Os proventos da aposentadoria serão revistos, na mesma proporção e na mesma data, sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade, sendo também estendidos aos inativos quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividade, inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria, na forma da lei. </span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Com a Emenda n. 20, de 15/12/98, passou a dispor:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><em>§ 8º. Observado o disposto no art. 37, XI, os proventos da aposentadoria e as pensões serão revistos na mesma proporção e na mesma data, sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade, sendo também estendidos aos aposentados e aos pensionistas quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividade, inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão, na forma da lei.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">A EC nº 41, de 19/12/2003, deu nova redação ao esse § 8º (&#8220;É assegurado o <strong><em>reajustamento</em></strong> dos benefícios para preservar-lhes, em caráter permanente, o valor real, conforme critérios estabelecidos em lei&#8221;), mas o artigo 7º dessa Emenda reproduziu o conteúdo do texto anterior da parte permanente da Carta:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><em>Art. 7º Observado o disposto no art. 37, XI, da CF, os proventos de aposentadoria dos servidores públicos titulares de cargo efetivo e as pensões dos seus dependentes pagos pela União, Estados, DF e Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, em fruição na data de publicação desta Emenda, bem como os proventos de aposentadoria dos servidores e as pensões dos dependentes abrangidos pelo art. 3º desta Emenda, serão revistos na mesma proporção e na mesma data, sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade, sendo também estendidos aos aposentados e pensionistas quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividade, inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão, na forma da lei. </em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Observe-se que o texto constitucional não se limita a dispor sobre alteração direta ou indireta (transformação ou reclassificação de cargo ou função), de vencimentos, excluindo a gratificação de função: manda estender aos inativos quaisquer vantagens ou benefícios, inclusive as decorrentes da transformação ou reclassificação de cargo ou função.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Em face do exposto, julgo <strong>PROCEDENTE </strong>o pedido e <strong>CONDENO </strong>a ré à concessão do <strong><em>ADICIONAL DE LOCAL DE EXERCÍCIO</em></strong> aos autores, observada a situação funcional de cada um, ao tempo da aposentadoria, <strong><em>em igual percentual concedido aos ativos</em></strong>, (LC n. 1.114/2010), procedendo-se à averbação no bojo do prontuário de cada um dos autores e no pagamento das parcelas do <strong><em>ALE</em></strong>, reconhecido o cunho alimentar, de acordo com o previsto na lei citada, com exclusão das atingidas pela prescrição qüinqüenal, corrigidas a partir do vencimento de cada uma e acrescidas de juros de mora, desde a citação, observado o disposto na Lei nº 11.960/2009.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">Arcará a ré com o pagamento de despesas processuais e honorários advocatícios, que fixo em dez por cento do valor da condenação. Para o reexame necessário, será observado o artigo 475 do Código de Processo Civil.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="center"><span style="color: #0000ff;">Publique-se, registre-se e intimem-se.</span></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><span style="color: #0000ff;">São Paulo, 23 de abril de 2.012.</span></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><span style="color: #0000ff;">Drª. <strong>Celina Kiyomi Toyoshima</strong></span><br />
<span style="color: #0000ff;">Juíza de Direito</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="center"><span style="color: #ff0000;"><strong>PS.</strong></span>  <span style="color: #0000ff;">Maiores informações podem ser obtidas na Secretaria da <strong>ASBRA</strong>, sito à <strong>Rua João Teodoro, 338 – Luz – São Paulo-SP</strong> ou pelos telefones (11) <strong>3313-4700, 3313-5264</strong> ou<strong>3313-6231</strong>.</span></p>
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		<title>Justiça do Trabalho condena Banco Santander por gerente sugerir uso de favores sexuais para cumprir metas &#8211; Dr. Jeferson Camillo</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 16:29:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>assessoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Dr Jeferson Camillo]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça do Trabalho condena Santander por gerente sugerir uso de favores sexuais para cumprir metas]]></category>

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		<description><![CDATA[Justiça do Trabalho condena Banco Santander por gerente sugerir uso de favores sexuais para cumprir metas
por Dr. Jeferson Camillo
A 1ª <a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/?p=2345" class="searchmore">Read the Rest...</a><div class="clr"></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;">Justiça do Trabalho condena Banco Santander por gerente sugerir uso de favores sexuais para cumprir metas</span></h2>
<p style="text-align: right;"><em>por</em> Dr. <em><strong>Jeferson Camillo</strong></em></p>
<div id="attachment_2349" class="wp-caption alignleft" style="width: 279px"><a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_01.jpg"><img class=" wp-image-2349     " title="Jeferson Camillo_01" src="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_01.jpg" alt="Dr. Jeferson Camillo" width="269" height="135" /></a><p class="wp-caption-text">Dr. Jeferson Camillo</p></div>
<p style="text-align: justify;">A <strong>1ª Turma do TST</strong> <strong>- Tribunal Superior do Trabalho</strong> manteve condenação do <strong>Banco Santander</strong> em <em><span style="color: #0000ff;">danos morais</span></em> a uma ex-empregada que ouviu, de seu gerente, a ordem de que <em><span style="color: #0000ff;">deveria cumprir as metas do Banco, ainda que fosse necessária a troca de favores sexuais.</span></em></p>
<p style="text-align: justify;">O entendimento foi de que é legítimo ao empregador exigir de seus empregados o cumprimento das metas por ele fixadas, desde que isso não cause constrangimento, humilhação e degradação à imagem do trabalhador.</p>
<p style="text-align: justify;">A bancária foi admitida em junho de 1978 como escriturária, e desligou-se da empresa em maio de 2005, por ocasião de sua aposentadoria. Na época, exercia a função de caixa na agência de Sorocaba (SP). Segundo relatou na inicial, os funcionários do banco sempre trabalharam sob constante pressão para o cumprimento de metas.</p>
<p style="text-align: justify;">A empregada contou que, numa das reuniões, o gerente regional teria utilizado palavras de baixo calão para insinuar que as metas deveriam ser cumpridas de qualquer forma, ainda que com troca de favores sexuais. Segundo a bancária, a insinuação constrangeu a todos, e alguns colegas chegaram a chorar, envergonhados. Ela pediu indenização no valor de R$ 55 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">O Banco, em contestação, negou o fato. Disse que <em><span style="color: #0000ff;">jamais</span></em> um preposto seu agiu de forma a causar dano a outro empregado, e desafiou a bancária a provar o alegado. Em complemento, argumentou que ela não tinha metas a cumprir, já que tais metas diziam respeito ao setor comercial da empresa, e não aos caixas.</p>
<p>Na fase de apresentação de provas, no entanto, as testemunhas confirmaram a versão da empregada, inclusive a ofensa praticada pelo gerente.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #0000ff;">“Evidente o caráter ofensivo da expressão utilizada por preposto da empresa ocupante de cargo hierárquico superior na pirâmide funcional do banco, pelo que deve arcar com a indenização pelo sofrimento causado à empregada”</span></em>, destacou o juiz da <strong>3ª Vara do Trabalho de Sorocaba</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A indenização foi fixada em <strong>R$ 35 mil</strong>, <em><span style="color: #0000ff;">“pouco menos de 50% do total de salários pagos à bancária durante a vigência do contrato”</span></em>.</p>
<p style="text-align: justify;">O Banco recorreu ao <strong>15º</strong> <strong>TRT</strong> <strong>- Tribunal Regional do Trabalho</strong> da <strong>15ª Região</strong> que manteve a condenação e destacou que ficou devidamente comprovada a tese inicial de que o gerente se utilizou de expressões chulas durante reunião em que cobrava metas dos subordinados. <em>“O simples fato de exigir metas não configura o dano moral, porém, os termos utilizados pelo gerente regional configuram evidente excesso, pois foi explícito no sentido de que, caso necessário, poderiam os funcionários trocar favores sexuais para atingir as metas”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A condenação foi mantida também no <strong>TST</strong>. O ministro <strong>Vieira de Mello Filho</strong>, ao analisar o recurso de revista do Banco Santander, disse que as instâncias ordinárias agiram em conformidade com a Constituição Federal, que em seu Artigo 5º, inciso X, prevê a proteção à intimidade, à honra e à imagem das pessoas. <em><span style="color: #0000ff;">“Ao empregador cabe oferecer aos seus empregados condições dignas de trabalho, zelando por sua imagem dentro da empresa, sem depreciá-lo, pois o trabalho é o caminho mais seguro para se alcançar a dignidade”</span></em>, destacou o relator.</p>
<p style="text-align: justify;">A ministra <strong>Rosa Maria Weber Candiota da Rosa</strong>, que naquela sessão completou o quorum da 1ª Turma, seguiu o voto do relator e assinalou a importância dos cursos de qualificação de gerentes a fim de orientar os ocupantes de cargos de direção quanto aos limites das cobranças impostas aos empregados.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da Turma, ministro <strong>Lelio Bentes Corrêa</strong>, também se manifestou, destacando a necessidade de mudança de mentalidade das empresas que impõem o terrorismo como forma de pressão para o cumprimento de metas. <em><span style="color: #0000ff;">“Na visão de alguns empresários, esse tipo de gerente é bom, porque vai intimidar tanto os empregados que eles vão dar um jeito de cumprir as metas”</span></em>, disse ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o ministro <strong>Vieira de Mello</strong>, o gerente regional, na condição de autoridade designada pelo banco, deixou de eleger o caminho da motivação para enveredar pelo da humilhação, <em><span style="color: #0000ff;">“trajetória inversa daquela que nos indica o caminho da honra e da retidão”</span></em>. Segundo ele, a responsabilidade do banco é inquestionável, <em><span style="color: #0000ff;">“e a sua atitude em se debater pelas instâncias da Justiça do Trabalho, na tentativa de se isentar da reparação devida, faz corar até mesmo a face de um frade de pedra”</span></em>. O recurso do Banco não foi conhecido, permanecendo intacto o valor da condenação.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Fonte:</strong></span> <span style="color: #0000ff;">Última Instância &#8211; Publicação de 09-05-2012</span></p>
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		<title>TJ-SP mantém exclusão de candidato com tatuagem de concurso da PM &#8211; Dr. Jeferson Camillo</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 21:02:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>assessoria</dc:creator>
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		<category><![CDATA[TJ-SP mantém exclusão de candidato com tatuagem de concurso da PM]]></category>

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		<description><![CDATA[TJ-SP mantém exclusão de candidato
com tatuagem de concurso da PM
por Dr. Jeferson Camillo
A 6ª Câmara de Direito Público do TJ-SP &#8211; <a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/?p=2343" class="searchmore">Read the Rest...</a><div class="clr"></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;">TJ-SP mantém exclusão de candidato<br />
com tatuagem de concurso da PM</span></h2>
<p style="text-align: right;"><em>por </em>Dr. <strong><em>Jeferson Camillo</em></strong></p>
<div id="attachment_2358" class="wp-caption alignleft" style="width: 301px"><a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_031.jpg"><img class=" wp-image-2358 " title="Jeferson Camillo_03" src="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_031.jpg" alt="Dr. Jeferson Camillo" width="291" height="109" /></a><p class="wp-caption-text">Dr. Jeferson Camillo</p></div>
<p style="text-align: justify;">A <strong>6ª Câmara de Direito Público</strong> do <strong>TJ-SP &#8211; Tribunal de Justiça de São Paulo</strong> manteve a <span style="color: #ff0000;"><em>exclusão de um candidato</em></span> do concurso público da <span style="color: #0000ff;"><em><strong>Polícia Militar</strong></em></span>, reprovado no <span style="color: #0000ff;"><em>exame médico</em></span> por ter <em><span style="color: #0000ff;">duas tatuagens</span></em>.</p>
<p style="text-align: justify;">O homem participava de concurso para <span style="color: #0000ff;"><em>Soldado PM – 2ª Classe</em></span> e <span style="color: #0000ff;"><em>foi considerado inapto</em></span>, pois <em><span style="color: #0000ff;">as tatuagens seriam de grande porte</span></em>, contrariando as exigências do edital do concurso, que permitia desenhos de pequenas dimensões. Uma das imagens teria 24,5 x 5 cm e a outra 36 x 14,5 cm, ocupando parte significativa da área frontal do abdômen, virilha e coxa.</p>
<p style="text-align: justify;">O candidato recorreu ao <strong>TJ-SP</strong> para reverter decisão da <strong>7ª Vara da Fazenda Pública</strong>, <span style="color: #0000ff;"><em>sob a alegação de que as tatuagens não atentam contra a moral e os bons costumes e que não aparecem quando usado o uniforme de treinamento.</em></span> Mas <span style="color: #0000ff;"><em>a apelação foi negada por unanimidade.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o voto do relator do recurso, desembargador <strong>Reinaldo Miluzzi</strong>, no Capítulo X do Edital do Concurso estão regulamentados os exames médicos, de caráter eliminatório, sendo que um dos itens trata especificamente das tatuagens.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><em>“Ao inscrever-se o candidato sabia como seriam realizados os exames médicos, quais as exigências e os requisitos essenciais para obter aprovação. E se efetuou sua inscrição sem se rebelar, a presunção é a de que fez sua livre adesão àquele regramento do certame”</em></span>, afirmou o relator.</p>
<p style="text-align: justify;">Também participaram o julgamento dos recursos os desembargadores <strong>Maria Olívia Alves</strong> e <strong>Carlos Eduardo Pachi</strong>. (<em>cf.</em> Processo nº. 0030009-93.2010.8.26.001)</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Fonte:</strong></span> <span style="color: #0000ff;">Última Instância &#8211; Publicação de 08-05-2012</span></p>
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		<title>TJ-SP Libera Pagamento de mais de R$ 100 Milhões &#8211; Dr. Jeferson Camillo</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 20:57:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>assessoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Administrativo]]></category>
		<category><![CDATA[Dr Jeferson Camillo]]></category>
		<category><![CDATA[TJ-SP libera pagamento de mais de R$ 100 milhões]]></category>

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		<description><![CDATA[TJ-SP Libera Pagamento de mais de R$ 100 Milhões
por Dr. Jeferson Camillo
Entre os dias 9 e 21 de abril, o <a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/?p=2340" class="searchmore">Read the Rest...</a><div class="clr"></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;">TJ-SP Libera Pagamento de mais de R$ 100 Milhões</span></h2>
<p style="text-align: right;"><em>por</em> Dr. <em><strong>Jeferson Camillo</strong></em></p>
<div id="attachment_2360" class="wp-caption alignleft" style="width: 344px"><a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_02.jpg"><img class="size-full wp-image-2360" title="Jeferson Camillo_02" src="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_02.jpg" alt="Dr. Jeferson Camillo" width="334" height="163" /></a><p class="wp-caption-text">Dr. Jeferson Camillo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Entre os dias <em><span style="color: #0000ff;">9 e 21 de abril</span></em>, o <strong>Tribunal de Justiça de São Paulo</strong> <span style="color: #0000ff;"><em>liberou o pagamento</em></span> de <strong>R$ 107,6 milhões</strong> em <em><span style="color: #0000ff;">precatórios</span></em>. Ao todo, foram feitos <span style="color: #0000ff;"><em>1.089 depósitos</em></span>, que <em><span style="color: #0000ff;">beneficiaram 8.013 credores</span></em> no estado. Os números são os resultados do <span style="color: #0000ff;"><em>mutirão dos precatórios</em></span>, instaurado no dia 9 pelo presidente do TJ, desembargador <strong>Ivan Sartori</strong>, para dar andamento a casos relacionados a dívidas contraídas pelo <strong>Poder Público</strong> no estado.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o presidente, os resultados foram possíveis por causa do destacamento de 35 servidores de <span style="color: #0000ff;"><em>varas cíveis</em></span>, e da compra de 92 computadores, apenas para se dedicar aos casos envolvendo precatórios. O trabalho envolve, além do julgamento célere dos processos, a busca e levantamento dos casos relacionados a precatórios que estão parados no <strong>TJ</strong>. O objetivo é que as ações sejam julgadas conforme as regras descritas na <strong>Emenda Constitucional nº 62/2009</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sartori</strong> explica que o Tribunal age em <em>duas frentes</em>: no levantamento de casos e na execução. Por conta dessa divisão de tarefas, conta, o grupo de trabalho do mutirão já conseguiu dar conta de <em>3 mil mandados de levantamento</em> de ações e, durante esta semana, começa a atacar o próximo grupo de 3 mil. Ao todo, são 192 pessoas envolvidas, e o <strong>TJ</strong> já abriu edital para contratar 54 contadores. <strong><em>“Estamos fazendo um choque de gestão no tribunal”</em></strong>, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Fonte:</strong></span> <span style="color: #0000ff;">Consultor Jurídico de 07-05-2012.</span></p>
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		<title>Motivação no trabalho, focado em resultado &#8211; Dr. Jeferson Camillo</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 20:37:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>assessoria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Motivação no trabalho, focado em resultado
por Dr. Jeferson Camillo

Quando o renomado psicólogo da área do comportamento humano, Abraham Harold Maslow, <a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/?p=2330" class="searchmore">Read the Rest...</a><div class="clr"></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;">Motivação no trabalho, focado em resultado</span></h2>
<p style="text-align: right;"><em>por</em> Dr. <em><strong>Jeferson Camillo</strong></em></p>
<div class="mceTemp"></div>
<div id="attachment_2333" class="wp-caption alignleft" style="width: 342px"><a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_06.jpg"><img class=" wp-image-2333    " title="Jeferson Camillo_06" src="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_06.jpg" alt="Dr. Jeferson Camillo" width="332" height="143" /></a><p class="wp-caption-text">Dr. Jeferson Camillo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Quando o renomado psicólogo da área do comportamento humano, <strong>Abraham Harold Maslow</strong>, considerou a hierarquia das necessidades humanas, colocou que além de supri as necessidades fisiológicas e de segurança, o ser humano ainda busca a socialização, o reconhecimento com prestígio e no cume desta pirâmide a auto-realização. O que significa que além das necessidades básicas que é a fisiologia e a segurança, o ser humano necessita de <strong>SIGNIFICADO</strong>, <strong>CRESCIMENTO</strong> e <strong>CONTRIBUIÇÃO</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, muito mais do que uma questão de <strong>QUERER</strong> é uma questão de <strong>PRECISAR</strong>.  <em><span style="color: #0000ff;">Nós necessitamos de um fator motivacional que nos impulsione,</span></em> que <span style="color: #0000ff;"><em>nos faça buscar mais, superar, desejar propósitos extraordinários</em></span> que <span style="color: #0000ff;"><em>gerem uma vida extraordinária.</em></span> Mesmo porque, <strong><em><span style="color: #0000ff;">uma vida sem propósitos, não é vida!</span></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Isso é busca de <strong>SIGNIFICADO</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Aquele sentimento de que s<em>omos únicos, importantes, indivisíveis</em> e que <em>fazemos diferença neste mundo.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Quando não conseguimos este significado, a vida parece se tornar monótona, rotineira e que nos leva ao ostracismo, ou porque não dizer, à estagnação. E quando atingimos este estado de estagnação, a nossa vida começa a se enterrar no vale, fazendo-nos esquecer que estamos neste mundo para habitar o cume.</p>
<p style="text-align: justify;">Passamos então ao estado de desmotivação.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas que possuem extraordinária formação, que têm competência acima da média e que já fizeram MBA, às vezes até no exterior, mas que não fazem nada com isso tudo. Permanecem no vale.</p>
<p style="text-align: justify;">Qual é o fator emocional e o motivacional que pode tirar as pessoas deste estado?</p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida está surgindo necessidade de <strong>TRANSFORMAÇÃO</strong>. E no trabalho as pessoas só se sentem motivadas aos resultados quando sentem que fazem parte do time. E não adiantam os discursos de boas vindas e programas iniciais de integração só início da carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembre-se que no início da carreira temos toda a motivação para começar.</p>
<p style="text-align: justify;">Está faltando competência para resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Então o que precisamos no início é direção. Treinamento. A gestão de pessoas deve privilegiar o foco no seguinte sentido: prover aos colaboradores aquilo que eles não podem prover por conta própria.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso é gestão de pessoas, isso é motivação para resultados no trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar do tempo, os colaboradores da empresa atingem competência técnica, mas sentem que aquele ânimo todo no início da carreira está se esvaindo. Por quê?</p>
<p style="text-align: justify;">Porque a <strong>NECESSIDADE DE SIGNIFICADO</strong> – <span style="color: #0000ff;"><em>e necessidade, significa que é coisa de sobrevivência, e que faremos de tudo para suprir esta necessidade, se tivermos esta consciência</em></span> – não estará sendo suprida. A empresa e seus gestores não estão provendo esta necessidade. Por isso, a estagnação de tantas carreiras que conhecemos. E nos aspecto comportamental, a psicologia acena com o seguinte: parece que quando as adversidades começam a aparecer como desafios, buscamos forças interiores antes apagadas e conseguimos a superação. O melhor significado nesta hora é então o <strong>DESAFIO</strong> para resultados. <strong>CRESCER</strong>. <strong>CONTRIBUIR</strong>. Mas isso só é possível, com <strong><em>propósitos extraordinários</em></strong>. E cada colaborador, tendo o seu significado reconhecido, estará se auto-motivando para <span style="color: #0000ff;"><em>RESULTADOS</em></span> !</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, cabe também a cada colaborador o seguinte compromisso: <em><span style="color: #0000ff;"><strong>NÃO É POSSÍVEL SOMENTE FAZER O QUE VOCÊ GOSTA DE FAZER, MAS É POSSÍVEL GOSTAR DO QUE VOCÊ FAZ.</strong></span></em> Se tivesse que lhe dizer, onde você pode obter a sua maior motivação no trabalho, obtendo sempre os melhores resultados, eu colocaria o seguinte: <span style="color: #0000ff;"><em><strong>“TODOS NÓS, NOS TORNAMOS CADA VEZ MAIS FORTES, QUANDO FAZEMOS O NOSSO MELHOR!”</strong></em></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Lição da Tartaruga – Dr. Jeferson Camillo</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 15:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>assessoria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Lição da Tartaruga
por  Dr. Jeferson Camillo
Eu percebia que meu comportamento aborrecia muito os meus pais, porém pouco me importava <a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/?p=2321" class="searchmore">Read the Rest...</a><div class="clr"></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;"><strong>A Lição da Tartaruga</strong></span></h2>
<p style="text-align: right;"><em>por  </em>Dr. <strong><em>Jeferson Camillo</em></strong></p>
<div id="attachment_2327" class="wp-caption alignleft" style="width: 341px"><a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_49.jpg"><img class=" wp-image-2327   " title="Jeferson Camillo_49" src="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_49.jpg" alt="Dr. Jeferson Camillo" width="331" height="157" /></a><p class="wp-caption-text">Dr. Jeferson Camillo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Eu percebia que meu comportamento aborrecia muito os meus pais, porém pouco me importava com isso. Desde que obtivesse o que queria, dava-me por satisfeito. Mas, é claro, se eu importunava e agredia as pessoas, estas passavam a tratar-me de igual maneira.</p>
<p style="text-align: justify;">Cresci um pouco e um dia percebi que a situação era desconfortante. Preocupei-me, mas não sabia como me modificar.</p>
<p style="text-align: justify;">O aprendizado aconteceu num domingo em que fui, com meus pais e meus irmãos, passar o dia no campo. Corremos e brincamos muito até que, para descansar um pouco, dirigi-me à margem do riacho que corria entre um pequeno bosque e os campos. Ali encontrei uma coisa que parecia uma pedra capaz de andar. Era uma tartaruga. Examinei-a com cuidado e quando me aproximei mais, o estranho animal encolheu-se e fechou-se dentro de sua casca. Foi o que bastou. Imediatamente decidi que ela devia sair para fora e, tomando um pedaço de galho, comecei a cutucar os orifícios que haviam na carapaça. Mas os meus esforços resultavam vãos e eu estava ficando, como sempre, impaciente e irritado.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi quando meu pai se aproximou de mim. Olhou por um instante o que eu estava fazendo e, em seguida, pondo-se de cócoras junto a mim, disse calmamente: <span style="color: #0000ff;"><em>&#8220;Meu filho, você está perdendo o seu tempo. Não vai conseguir nada, mesmo que fique um mês cutucando a tartaruga. Não é assim que se faz. Venha comigo e traga o bichinho!&#8221;</em></span></p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhei-o. Ele se deteve perto da fogueira acesa e me disse: <span style="color: #0000ff;"><em>&#8220;Coloque a tartaruga aqui, não muito perto do fogo. Escolha um lugar morno e agradável!&#8221;</em></span></p>
<p style="text-align: justify;">Eu obedeci. Dentro de alguns minutos, sob a ação do leve calor, a tartaruga colocou a cabeça de fora e caminhou tranqüilamente em minha direção. Fiquei muito satisfeito e meu pai tornou a se dirigir a mim, observando: <em style="color: #0000ff;">&#8220;Filho, as pessoas podem ser comparadas às tartarugas. Ao lidar com elas, procure nunca empregar a força. O calor de um coração generoso pode, às vezes, levá-las a fazer exatamente o que queremos, sem que se aborreçam conosco e até, pelo contrário, com satisfação e espontaneidade!&#8221;</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Milho de Pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre! – Dr. Jeferson Camillo</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 19:18:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>assessoria</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Milho de Pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre!]]></category>

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		<description><![CDATA[Milho de Pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre!
por  Dr. Jeferson Camillo
Assim acontece com a <a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/?p=2317" class="searchmore">Read the Rest...</a><div class="clr"></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;">Milho de Pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre!</span></h2>
<p style="text-align: right;"><em>por</em>  Dr. <em><strong>Jeferson Camillo</strong></em></p>
<div id="attachment_2318" class="wp-caption alignleft" style="width: 378px"><a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_198.jpg"><img class=" wp-image-2318  " title="Jeferson Camillo_198" src="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_198.jpg" alt="Dr. Jeferson Camillo" width="368" height="182" /></a><p class="wp-caption-text">Dr. Jeferson Camillo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Assim acontece com a gente!</p>
<p style="text-align: justify;">As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. E, quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.</p>
<p style="text-align: justify;">São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.</p>
<p style="text-align: justify;">O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode ser fogo de fora: perder um amor; perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou causas que ignoramos.</p>
<p style="text-align: justify;">Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!</p>
<p style="text-align: justify;">Sem o fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.</p>
<p style="text-align: justify;">A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: Bum! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.</p>
<p style="text-align: justify;">São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.</p>
<p style="text-align: justify;">A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Fonte:</strong></span> <span style="color: #0000ff;"><em>&#8220;O amor que acende a lua&#8221;,</em></span> de <em><span style="color: #0000ff;">Rubem Alves</span></em> &#8211; editora Papirus</p>
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		<title>Justiça Reintegra Servidor Público demitido na época da Ditadura Militar &#8211; Dr. Jeferson Camillo</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 19:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>assessoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Declarações]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Administrativo]]></category>
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		<description><![CDATA[Justiça Reintegra Servidor Público
demitido na época da Ditadura Militar
por  Dr. Jeferson Camillo
Os desembargadores da 5ª Câmara Cível do Tribunal de <a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/?p=2312" class="searchmore">Read the Rest...</a><div class="clr"></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;">Justiça Reintegra Servidor Público<br />
demitido na época da Ditadura Militar</span></h2>
<p style="text-align: right;"><em>por</em>  Dr. <strong><em>Jeferson Camillo</em></strong></p>
<div id="attachment_2313" class="wp-caption alignleft" style="width: 349px"><a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_07.jpg"><img class=" wp-image-2313  " title="Jeferson Camillo_07" src="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_07.jpg" alt="Dr. Jeferson Camillo" width="339" height="142" /></a><p class="wp-caption-text">Dr. Jeferson Camillo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Os desembargadores da <strong>5ª Câmara Cível</strong> do <strong>Tribunal de Justiça do Rio  de Janeiro</strong> <span style="color: #0000ff;"><em>julgaram improcedente o recurso do Estado do Rio de Janeiro</em></span> e mantiveram a sentença da juíza <span style="color: #0000ff;">Drª. <strong>Neusa Regina de Alvarenga Leite,</strong></span> da <span style="color: #0000ff;">14ª Vara da Fazenda Pública</span> da Capital, que <span style="color: #0000ff;"><strong><em>declarou nulo</em></strong></span> o <em><span style="color: #0000ff;">ato de demissão</span></em> e <em><span style="color: #0000ff;">determinou a Reintegração de um Servidor Público demitido na época da Ditadura Militar.</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Roberto Costa,</strong> que trabalhava como professor estadual, jornalista e ainda exercia atividade sindical, foi preso e torturado nos anos 70 devido a uma <em><strong>homonímia</strong></em> <span style="color: #0000ff;"><em>– pessoas que possuem o mesmo nome –</em></span> e, para sua segurança, precisou mudar seu nome e passou a viver escondido, tendo sido, por isso, <em><span style="color: #0000ff;">demitido do serviço público estadual</span></em> por <em><span style="color: #0000ff;">abandono de cargo</span></em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Na decisão, a juíza Drª. <strong>Neusa Regina de Alvarenga Leite,</strong> da 1<strong>4ª Vara da Fazenda Pública do RJ,</strong> determinou que <strong>Roberto Costa</strong> <em><span style="color: #0000ff;">seja reintegrado no mesmo cargo que exercia, concedendo-lhe todas as vantagens e atualizando os triênios e as verbas atrasadas, bem como concedendo-lhe a aposentadoria em virtude de ele já possuir 70 anos de idade.</span></em></p>
<p style="text-align: justify;">Em seu recurso, o <strong>Estado do Rio de Janeiro</strong> <em><span style="color: #0000ff;">alegou ter havido prescrição administrativa da pretensão do autor do processo,</span></em> mas a relatora do acórdão da <strong>5ª Câmara Cível</strong>, Desembargadora Drª. <strong>Cristina Teresa Gaulia,</strong> <span style="color: #0000ff;"><em>considerou que a mesma não aconteceu</em></span> (cf.  Processo nº. 0289201-65.2010.8.19.0001)</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Fonte:</strong></span> <span style="color: #0000ff;">Bom Dia Advogado,</span> Public. de 03-05-2012</p>
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		<title>SORTE OU AZAR &#8211; Dr. Jeferson Camillo</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 19:32:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>assessoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audio Livro Free]]></category>
		<category><![CDATA[Declarações]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[SORTE OU AZAR]]></category>

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		<description><![CDATA[SORTE OU AZAR
por Dr. Jeferson Camillo
Meu avô contou em uma dada ocasião que n’um passado remoto n’uma pobre aldeia da <a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/?p=2308" class="searchmore">Read the Rest...</a><div class="clr"></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>SORTE OU AZAR</strong></p>
<p style="text-align: right;"><em>por</em> Dr. <strong><em>Jeferson Camillo</em></strong></p>
<div id="attachment_2309" class="wp-caption alignleft" style="width: 301px"><a href="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_09.jpg"><img class=" wp-image-2309 " title="Jeferson Camillo_09" src="http://jefersoncamillo.com.br/2010/wp-content/uploads/2012/05/Jeferson-Camillo_09.jpg" alt="Dr. Jeferson Camillo" width="291" height="121" /></a><p class="wp-caption-text">Dr. Jeferson Camillo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Meu avô contou em uma dada ocasião que n’um passado remoto n’uma pobre aldeia da longínqua <strong>China</strong>, havia um menino que desejava fortemente ser dono de um cavalo. Porém os seus pais eram tão desprovidos de recursos, assim como todos naquela aldeia e, por isso, jamais poderiam realizar o sonho do pequeno filho. Embora soubesse daquela situação, e consciente da sua vida simples, o menino mantinha aceso o seu desejo ao longo dos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma manhã passou pela estrada uma tropa, cujo dono era um generoso nobre que rumava para o norte da China levando consigo seus pertences, ouros e cavalos, inclusive um potro puro sangue que estava atrapalhando a marcha.</p>
<p style="text-align: justify;">A tropa necessitava de uma parada de descanso, dar água e alimento aos cavalos, e acabaram recebidos na humilde propriedade dos pais do menino. Foi quando o nobre Senhor soube da história e, comovido, deu ao garoto o potro. A notícia espalhou-se rapidamente e toda aldeia foi à cabana do jovem, para cumprimentar seu pai, dizendo:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>– Seu filho tem muita sorte.</em></strong> Sonhou tanto que conseguiu realizar o seu sonho. É, seu filho tem muita sorte: ganhar um potro puro sangue de um Senhor tão generoso!</p>
<p style="text-align: justify;">– <strong><em>Pode ser sorte, pode ser azar&#8230;</em></strong> – filosofou o pai.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante os dois anos que se seguiram o jovem cuidou do proto até se tornar um belo garanhão, com o qual todos o viam galopar pela região. O jovem certamente era muito feliz&#8230; Contudo, numa tarde primaveril passou por aquelas bandas uma égua fogosa e o garanhão a seguiu, desaparecendo com ela em meio à pradaria. O povo da aldeia, novamente sem demora alguma, disse ao pai do garoto:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>– Seu filho tem muito azar!</em></strong> Sonhou tanto com o cavalo, conseguiu um, tratou com esmero durante dois anos completos e, de repente, o cavalo foge! Seu filho tem muito azar!</p>
<p style="text-align: justify;">O pai do jovem respondeu mais uma vez em tom reflexivo: – <strong><em>Pode ser sorte, pode ser azar&#8230;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um ano e meio depois voltam ao pasto do rapaz o cavalo, a égua e mais um potrinho, fruto da união dos dois. Reza a lei das aldeias chinesas que, ao adentraram um campo, os animais pertencem ao dono da propriedade em que se encontram. Portanto, naquele momento o jovem tornou-se o dono dos três belos eqüinos. E pela terceira vez, a população inteira da aldeia diz ao pai quão grande é a sorte de seu filho.</p>
<p style="text-align: justify;">O pai do jovem diz: <strong>– Pode ser sorte, pode ser azar&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma vez o jovem cuida com amor e carinho do outro potrinho. Outros dois longos e prósperos anos passam seguindo e aumentando a cada dia a felicidade do rapaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os aldeões podiam ver ao longe o jovem cavalgando pelas pradarias&#8230; Num desses momentos, uma cobra aparece no meio do pasto assustando o cavalo, e provocando a abrupta queda do rapaz, que fratura as duas pernas!</p>
<p style="text-align: justify;">Antes mesmo que ele fosse socorrido e acomodado em sua casa, o povo da aldeia já contava com pesar o infortúnio do jovem:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>“Este rapaz tem muito azar! Quebrar logo as duas pernas de uma única vez?! E logo desta triste forma, caindo do cavalo que foi tratado com tanto carinho!”</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sem abalar-se o pai responde como sempre: <strong>– Pode ser sorte, pode ser azar&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na semana seguinte é declarada uma guerra civil entre as aldeias do lugar e todos os jovens, senhores e meninos devem servir à defesa de suas terras.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, para aquele garoto a história seria outra, pois, com as duas pernas quebradas, não pode alistar-se. Mesmo em meio à guerra, os aldeões correm a dizer ao pai que seu filho tinha uma sorte danada!</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Moral da História:</strong></span> O importante é compreender que <em><span style="color: #0000ff;">tudo depende do que virá depois.</span></em> Entretanto, na prática, pode-se determinar se teremos sorte ou azar. <span style="color: #0000ff;"><strong>Sorte</strong></span> <em><span style="color: #0000ff;">é quando a sua preparação encontra a oportunidade.</span></em>  Ou em outras palavras: aparece uma grande oportunidade em sua vida e você está preparado: <strong><em>“que sorte!”</em></strong>. No entanto, se aparece uma grande oportunidade em sua vida e você não está preparado: <strong><em>“que azar!”. </em></strong>Portanto, em nossas vidas, <span style="color: #0000ff;"><strong>TER SORTE É ESTAR PREPARADO QUANDO AS OPORTUNIDADES SURGIREM!</strong></span> E para isso ocorrer <span style="color: #0000ff;"><em>só há uma escolha: <strong>preparar, preparar e preparar!</strong></em></span></p>
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